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A LENDA DA PUFFLE CINZA - PARTE 1



Tudo começou na época em que existiam puffles Dourado, Vermelho e Laranja. Mas hoje em dia, o único que tem para adoção é o Vermelho. O Dourado pegou carona com o Rockhopper e habita agora a Ilha Rockhopper, totalmente camuflado.

Mas agora o Laranja... Não se sabe como, este último fugiu das adoções e agora fica por aí no Club, escondido, ora dia num lugar, ora dia no outro, mas sem ser visto nunca. Reza a lenda que ele foi o responsável por trazer à tona um puffle muito especial. Na verdade, UMA puffle: a puffle cinza. Ela estava presa num pedaço de gelo do iceberg, e ele a tirou de lá. Depois disso, o Puffle Laranja sumiu do mapa e continuou sua rotina de continuar vivendo no Club, mas sem ser visto.

Mas o puffle Laranja apenas a LIBERTOU. Com isso, a Puffle Cinza continuou no Club, vivendo especialmente na Praia e no Farol. (Ela só conseguiu ficar sem ser vista por pinguins por um dom muito especial) Mas ficar pela Praia e Farol foi desvantajoso para ela.

De tando ficar nessas áreas litorâneas, acabou sendo vista por um pirata. Não um bonzinho, como Rockhopper. Do mal. Puuuro mal.

Eram os contrabandistas. Piratas interessados apenas em encontrar artigos raros e vendê-los para conseguir um bom dinheiro (ou boas coins). O líder deles era Dente Doce, que tinha esse nome por amar incondicionalmente açúcar. Um pirata experiente em pegar artigos.

Sendo assim, um dos marujos de Dente Doce viu a Puffle Cinza.

- Parece interessante _Brandou o pirata_ Mas vamos esperar. Só a cor diferente e essa cor de olhos não pode ser tão raro assim. Podem achar um puffle comum caiu numa lata de tinta. Se essa puffle tiver um dom, aí sim pegaremos ela.

E assim aconteceu. Depois de rodearem a Ilha, os piratas de Dente Doce viram o dom que mantinha a Puffle Cinza anônima aos outros: ela podia ficar invisível, como um Ninja; Dote raríssimo e perfeito para vendar ao mercado negro.

À noite invadiram o Club. O navio deles era um pouco menor que o Migrator. Mas perfeito para navegar por pelo menos seis mares. ^^

Assim que chegaram perto da pequena puffle o suficiente... A jogaram numa rede. Por mais que quicasse, ela não conseguia se libertar.

- Perfeito! Levem-na ao navio!! _Berrou um pirata.

E o navio zarpou devagar, como se nunca fosse descoberto.

A pobre ficou dependurada numa estaca, ao lado de um canhão. Seus olhos azuis brilhavam olhando o céu estrelado. E nuvens se aproximando.

Uma tempestade se aproximava!

Brandou fortemente, varrendo todos os sete mares! Ventos fortíssimos balançavam as velas, e relâmpagos horrendos rasgavam pelo céu!

O susto fez os marujos correrem pelo navio como baratas tontas. Jogando coisas por aí e tentando se salvar, um deles acabou jogando uma espada na rede em que a Puffle estava.

ZAP!!

por sorte, não a atingiu. Mas cortou a rede, dando um ótimo buraco para escapar.

- PINGUINS! CUIDEM DESSE NAVIO! ABAIXAR AS VELAS! - berrava Dente Doce

Toda a confusão daria uma ótima distração para uma fuga. Essa oportunidade a Puffle não poderia deixar passar.

Enfiou-se no canhão. Mas como acendê-lo?

CABRUUUUM!!

E um raio passou pelo pavio!


Que sorte! O raio fez o pavio acender-se!

- NÃO! SEGUREM ESSA PUFFLE! _Dente Doce

Não deu. Ela já voava em direção ao Club Penguin.


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--NO CLUB--


- Olhem lá no céu! - Diziam pinguins.

- Acho que é um puffle voador!! - falou um pinguin meio maluco.

- Deixe de bobagem! Tá na cara que é um cometa!

- É... parece ser um cometa mesmo...

- Que lindo!

Assim a puffle passou despercebida, com os pinguins achando que era só um cometa

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A pequena puffle aterrisou somente no Palco. Ninguém ouviu ela caindo, nem ouviu barulho algum. NINGUÉM, exceto uma pessoa. Na verdade, um puffle. O puffle amarelo que vive no palco.

A queda da puffle cinza fez um buraco no teto. O palco estava numa escuridão só, mas luz fluia do buraco, iluminando-a. Apesar de nos mares o tempo não estar bom, no Club nevava docemente.
Em volta dela haviam fantasias, figurinos, cenários, etc... todos quebrados e danificados.


O puffle amarelo se revoltou. Sua vida era arte, e destruir aquelas coisas era destruir a vida dele! Então, se aproximou, para tirar contas com a puffle.
Mas ao chegar mais perto... percebeu várias coisas... Primeiro, que a cor dela era cinza. O puffle amarelo começou a corar devagar, a medida que olhava para a pequena puffle. Então, por algum motivo, começou a recuar para trás...

Continua...